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Manejo mal ajustado custa caro: diagnóstico de solo evita decisões erradas

  • Foto do escritor: Cria Propaganda
    Cria Propaganda
  • há 13 minutos
  • 2 min de leitura

No manejo agrícola, decisões tomadas sem um diagnóstico de solo adequado costumam gerar custos que não aparecem imediatamente, mas impactam diretamente a eficiência produtiva ao longo do tempo.

 

Sintomas como falhas na lavoura, plantas desuniformes ou baixo desenvolvimento radicular frequentemente levam a intervenções rápidas, baseadas apenas na superfície do problema. O solo, no entanto, é um sistema integrado, logo, limitações físicas, químicas e biológicas interagem constantemente, e quando o manejo não considera essa complexidade, as decisões se tornam imprecisas.

 

Um erro recorrente é investir em correção química ou intensificar a adubação em áreas onde a principal limitação é física. Solos compactados apresentam redução da porosidade, menor infiltração de água e restrição ao crescimento das raízes e, nessas condições, mesmo com nutrientes disponíveis, a planta não consegue explorá-los de forma eficiente.

 

De acordo com a Embrapa, no livro Manejo e Conservação do Solo, publicado pela Embrapa Solos, a compactação do solo reduz a macroporosidade, prejudica a infiltração e a aeração e limita o crescimento do sistema radicular, comprometendo o acesso das plantas à água e aos nutrientes e reduzindo a eficiência do uso de fertilizantes. O resultado prático desse cenário é o aumento de custos sem retorno produtivo proporcional.

 

Outro fator que contribui para decisões equivocadas é a adoção de manejos padronizados em áreas com diferentes históricos de uso, tráfego de máquinas e características físicas. Sem diagnóstico, práticas como subsolagem, escolha de plantas de cobertura ou ajustes no preparo do solo podem ser realizadas de forma inadequada, agravando problemas estruturais já existentes.

 

Na SPD Soil Diagnostic, o diagnóstico é tratado como etapa estratégica do manejo, transformando a leitura do solo em base técnica para decisões mais seguras, eficientes e sustentáveis, porque antes de corrigir, adubar ou intervir, é preciso entender.

 

 
 
 

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